domingo, 21 de novembro de 2010
Hurricanes and suns!!!!!!!
OMFB!!!!!!!
Eu não acredito que ouvi 0.0
Eu nao acredito!!!
Estou supar histericaaaaaaaaaaaaaa ahhhhhhhhhh!!!!!!!!!
OMB OMB OMB
tou a tremer por todo o lado --'
Pareço gelatina --.
Quem diria que esta música me ia por assim ham? -.-
Valha-me Bill!!!!
Tou a ter um ataque cardiaco!
Não ha palavras!!!
É perfeito!
Mal a começei a ouvir, as lagrimas rebentaram,
Senti uma explosao de exmoçoes dentro de mim,
Tudo positivi,
Cresceu ainda mais (quem diria que isso era pociver) o amor que tenho por eles,
Pela sua musica,
Pelo Bill!
E cresceu ainda MAIS a vontade de ter o best of nas minhas maos!!!!
De ve-los novamente!
De poder finalmente tocar, sentir, o homem que eu amo mais que a mim mesma!
O Bill!
Porque sem ele nada disto seria possivel!!!
Parabéns Tokio Hotel!!!
Parabéns tokitas <3
É uma prova de que o amor que sinto por eles (e que voces tb) nunca parará de crescer se nos manter-mos fieis a eles *-*
Fiquem a viciar na musica como eu ª.ª
Tirando a parte que eu tou a fazer directa :X
Xau ^^
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Um amor proibido
Lembram-se da 1ª fic que cá postei?
Não...?
Bem, então se ainda não leram mas estão interessados, não precisam de procurar os capitulos por todo o blog, apenas cliquem no aqui e leiam ^^
Aqui!
É um programa que faz com que pareca mesmo um livro, é muito fixe e é bem simples para quem quer ler sem ter de andar à procura do capitulo seginte e essas coisas chatas ^^
Esperimentem, depois, até podem fazer os comentários lá!
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Quem fizer o comentário 550 (já vai em 526) leva uma plaquinha personalizada +-+
Nota: Os comentários só contão quando feitos neste blog!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
12ºcapitulo FIM
Neste momento, no concerto, tocam “Love and Death” a canção escrita depois da minha morte e a canção que retrata um pouco do que aconteceu.
Love and Death
“I can give you.
You can give me.
Something.
Everything.
You are with me.
I am with you.
Always.
Join me in...
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
With my heart!
With my heart!
Fragile pieces.
Don't regret the
Sorrows
That we've seen.
Take it with us
Step into tomorrow
Join me in...
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
With my heart!
With my heart!
All the pain that we've been through.
I've been dying to save you.
Feel the blood in my veins slow.
I've been dying to take you!
Love, am I watching you swim?
Or just seeing you drown?
Is it tragedy or comedy?
With my heart! (Love and death, love and death)
With my heart! (Love and death, love and death)
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
Love and Death
Love and Death
Don't you mess
Don't you mess
With my heart!
Love!
Death!
Love!
Death...”
Agora o concerto acabou e eu vou ter com o Bill, sigo-o para todo o lado, como lhe tinha dito eu estaria sempre com ele, sei que ele sofre todos os dias pela minha partida mas ao seu ouvido digo:
“Esperarei o tempo que for preciso para voltarmos a estar juntos e ai sim será para SEMPRE!”
- FIM -
11ºcapitulo
Bill neste momento está a dar um concerto em Lisboa, assisto a todos os concertos e também sirvo de inspiração quando escreve músicas.
Esta é a verdade por detrás das letras:
Alien
“Save me with your love tonight
Come and bring me back to life
Save me with your light tonight
You can make the darkness shine”
Nesta parte da letra de música ele retrata o que se passou no dia em que eu lhe dei a minha vida.
Attention
“Oh no Oh
I hate that i need you so”
Forever Now
“I walk the streets
They are hard, cold, sad, and true”
Nestas, ele demonstra que sente a minha falta e o quanto sofre com a minha partida.
Continua…………………
10ºcapitulo
Perdoa-me!
(Visão de Filipa)
Chorava, mas isso não o iria trazer de volta, teria de fazer alguma coisa………….
A única coisa que poderia fazer era dar-lhe a minha vida, eu ia dar-lhe a minha vitalidade, eu amava-o mais do que a minha própria vida e foi isso que fiz. Coloquei as mãos sobre o meu peito, transformei-me em deusa e puxei a minha vitalidade para fora, era uma bolinha pequena e frágil mas emitia uma luz azul como a minha. Coloquei-a sobre o corpo de Bill.
- Amo-te! – Disse sentindo a minha alma a separar-se do meu corpo.
Via o meu corpo deitado ao lado do corpo do Bill, ela ainda não tinha acordado.
Quando estava a ir para o céu vi a alma de Bill.
- Por favor perdoa-me, mas não poderia viver sem ti. Continua com a tua carreira e a tua vida por mim. Estarei sempre ao teu lago e um dia estaremos juntos novamente e para sempre. AMO-TE! – Declarei.
- Obrigado. AMO-TE! Estarei sempre a pensar em ti não te esqueças. – Gritou enquanto a sua alma voltava a entrar no seu corpo.
Vi-o acordar, ele olhava o meu corpo com tristeza e chorava. O meu corpo desfeche em agua, pois não era humana de verdade. Bill voltou para casa, Tom ao vê-lo entrar com lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto perguntou-lhe o que se havia sucedido, Bill entre soluços e lágrimas conseguiu explicar ao irmão tudo e Tom ainda incrédulo apoiava o irmão. Estava contente por ter dado utilidade ao meu ser, à minha vida.
Passaram alguns anos e Bill já havia recuperado a minha morte, ele fez o que lhe tinha pedido, ele estava a aproveitar a vida e a sua carreira, agora andam em Tour por causa do novo CD que tinham lançado à pouco tempo, “Humanoid” era o seu nome.
Continua………………
9ºcapitulo
Não me deixes!
Acordei, a luz que provinha do sol, que iluminava a agua estava agora a bater-me na cara. Levantei-me e depois de acordar Filipa, despedimo-nos da senhora que nos ajudou e fomos embora.
Chega-mos ao portão, finalmente, ficaríamos juntos para sempre.
- Vamos? – Perguntei.
- Sim! – Respondeu Filipa olhando para trás como se despedisse do seu Reino.
Demos um beijo, fechamos os olhos e quando ia dar o 1º passo em direcção ao portão vi-me.
Vi o meu corpo no lago a boiar, teria morrido? E Filipa? Onde estava ela?
À medida que a minha alma se ia afastando do meu corpo, eu deixava de pensar, não sabia o que fazer. Flutuei durante algum tempo, não sei bem quanto, mas para mim pareceu uma eternidade.
Porque teria eu de morrer agora? Agora que estava quase a ficar com Filipa para sempre. Eu ainda tinha uma vida enorme para viver, teria Tours por todo o mundo com os meus amigos e com Filipa. E o meu irmão? Como o poderia deixar assim? Ele nunca me perdoara, ele não ira entender.
Já quase a ultrapassar as nuvens, vi Filipa, ela atravessara o portão e agora encontrava-se debruçada sobre o meu corpo, conseguia ver as lágrimas a escorrerem-lhe pelo rosto e caírem sobre o peito do meu corpo já sem alma e gélido. Ela dizia palavras que conseguia ouvir mesmo não estando ao pé dela.
- Por favor, não me deixes. Deste a tua vida para me salvar, isso não é justo, Agora que vou fazer sem ti? Sem ti não viverei neste mundo nem no meu, agora que fugi não poderei regressar. Peço-te, volta para mim ou irei eu ter contigo. – Gritava Filipa, abraçada ao meu corpo.
Continua…………………
8ºcapitulo
Saltei para dentro do rio, ela estava no Reino do Mar, pois isso era dentro de agua, então esta seria a única forma de lá chegar.
Fui até ao fundo, comecei a ficar sem ar, mas não sairia dali sem tentar, acontecesse o que acontecesse. Por fim ficai sem ar, perdi os sentidos e quando acordei estava no Reino do Mar, finalmente tinha chegado, procurei Filipa, e uma senhora com uma luz azul um pouco mais escura levou-me até ela.
- Bill?! Que fazes aqui? – Perguntou.
- Vim salvar-te. – Respondi.
- Não podes estar aqui, se te apanham matam-te. – Declarou.
- Não quero saber, não saiu daqui sem ti. – Disse.
- Hooo, não. Como viste para aqui? – Perguntou-me.
- Atirei-me ao rio. - Respondi.
- Como foste capaz?! Não podes fazer isso, vais morrer. Neste momento o teu verdadeiro corpo está no rio e não aqui, tu tens de voltar e depressa, antes que morras de vez. – Gritou aflita.
- Já te disse que não! Só saiu daqui contigo. – Declarei.
-És mesmo teimoso! Então eu vou contigo, mas tenho de sair daqui primeiro. – Disse Filipa.
Arranjamos um plano e aquela senhora que me tinha levado ate Filipa também nos ajudou, essa senhora tinha tido um amor por um humano mas devido ás regras do reino ela não pode ficar com quem amava.
Esperamos que anoitecesse e quando os guardas estavam a dormir, tirei-lhes a chaves das celas, libertei Filipa e fomos para casa da senhora, pois era tarde e os portões que davam passagem para o meu mundo estavam fechados.
Continua……………
7ºcapitulo
Depois do que aconteceu na floresta, voltando à escola, esperei Filipa, mas nada feito, ela tinha desaparecido, ninguém a tinha visto e quando fui procura-la à floresta também não a encontrei, sentei-me no chão, frio e molhado, as lágrimas de tristeza desceram-me pelo rosto e as questões surgiam na minha cabeça: “Voltarei a vê-la?”, “Voltaremos a estar juntos?”, “Acabou tudo?” e “Que lhe aconteceu?”.
O resto do dia foi passado fechado no meu quarto a chorar, até que adormeci.
Vi uma luz azul, era ela.
- Filipa? – Perguntei.
- Sim Bill, sou eu. – Respondeu-me.
- Porque desapareceste? – Questionei.
- Eu não desapareci, estou aqui contigo. Mas não sei se poderei voltar, o meu reino prendeu-me, eles não toleram tal desrespeito como já te havia contado. – Declarou.
- Mas como? Como podem eles fazer tal crueldade, eu tenho de te salvar, és a minha vida agora, fazer parte de mim, eu não viverei sem ti. – Disse-lhe.
- Tens de ser forte e um dia talvez poderei regressar. – Disse Filipa.
Dois seres como ela mas ainda mais brilhantes apareceram e levaram-na de rastos, tentei agarra-la mas foi em vão, pois eles eram mais fortes que eu.
Acordei sobressaltado, teria sido só um sonho ou ela tinha estado dentro deles para me poder falar? Mesmo assim teria de a encontrar nem que fosse até ao fim do mundo.
Levantei-me cedo, fui até à floresta, procurei algo que tivesse sinais dela ou de outro ser como ela, não encontrara nada, por isso sentei-me à beira do rio, quando tive uma ideia.
Continua………………
6ºcapitulo
1º Beijo
Já em casa, não parava de pensar em “ela”, sentia-me atraído, mas seria por ela ser uma deusa ou seria algo mais, e Filipa, eu tinha-me aproximado muito dela nas últimas semanas.
Era fim-de-semana. Eu ficara de ir ao cinema com Filipa e assim foi.
Vimos um filme de terror e depois fomos dar uma volta. Andámos e andámos até que decidi levá-la à floresta, de certeza que “ela” não apareceria pois ainda não era de noite e ela dissera-me que só de noite iria para ali.
- Que fazemos nesta floresta? – Perguntou Filipa.
- Queria mostrar-te o meu cantinho favorito. Porquê já tinhas vindo cá? – Perguntei.
- Não, mas é agradável. – Disse-me.
Fomos até a beira do riu e depois de umas correrias e brincadeiras, beijámo-nos.
Quando a estava a beijar, parecia que tudo parava à nossa volta e de repente algo brilhante me encandeou, seria “ela”, teria ela me visto beijar a Filipa, o meu coração parou, não conseguia pensar, o meu coração estava dividido eu tinha-me apaixonado pelas duas e não sabia qual escolher.
Depois da luz azul e brilhante deixar de me encandear, entendi tudo, “ela” era Filipa, a pessoa com quem eu falava todos os dias fosse onde fosse, tanto na escola, tanto na floresta, era Filipa, por isso ela se ia embora antes do sol se por e pôr isso “ela” só ia para a floresta depois do sol se pôr.
- Mas, mas és tu? – Perguntei.
- Sim, sou eu, não quero que contes a ninguém, peço-te. Desculpa. – Respondeu desaparecendo no ar.
Porque tinha ela de ir embora naquele momento, tinha tantas perguntas para fazer, porque me tinha omitido aquilo e nós? Como ficaria a nossa relação? Afinal nós tínhamos dado um beijo.
Continua………………….
5ºcapitulo
Procurei-o por todo o lado, mas não conseguia encontrar o ser misterioso.
- Estás aí? – Gritei a plenos pulmões.
E apareceu uma luz.
- Shiiiuu, “eles” não podem saber que estou aqui. – Disse-me.
- Mas quem são “eles”. – Questionei.
- “Eles” são deuses, mais ou menos como eu. – Respondeu.
- És uma deusa? – Questionei.
- Meia deusa, a minha mãe era a princesa do reino do mar e apaixonou-se por um humano e teve-me a mim. – Declarou.
- Impressionante. E a tua mãe também está aqui? – Perguntei.
- Não, ela morreu depois de eu nascer. Ela foi morta pelo meu reino, para eles é uma vergonha e eu também, por isso tenho de viver aqui, mas não posso relacionar-me com humanos.
-Disse-me.
- Mas que crueldade. – Disse.
Passámos a tarde toda a falar, o tal ser era uma “ela” mas ainda não me dissera o seu nome.
De noite sonhei com ela e esperava que um dia fossemos grandes amigos.
Mais um dia de aulas e lá estava eu à espera que Tom se despacha-se para irmos para a escola, quando chegámos Filipa veio falar comigo, ela queria saber se tinha alguma coisa combinada para depois das aulas e sim tinha combinado ensaiar as músicas com os rapazes, mas não havia problema, ela poderia ir ver-nos ensaiar.
Depois das aulas fui ensaiar e Filipa foi lá ter como o combinado, acho que ela gostou muito do mini concerto, no final do ensaio fomos lanchar e antes do sol se pôr ela foi-se embora.
Novamente fui à floresta e “ela” já estava à minha espera, divertimo-nos muito, andámos a correr ou a flutuar como ela fazia, ainda jogámos às escondidas, ela era muito boa nisso pois podia fazer-se em água e voar.
Continua………………….
4ºcapitulo
Depois do estranho acontecimento fui à floresta. Levei os meus cães para me fazerem companhia.
- Busca. – Disse atirando um disco para o ar.
O disco tinha caído muito longe, fui procurá-lo com os cães e quando o encontrei vi-a, vi a tal forma sobrenatural, linda e brilhante.
- Não fujas, por favor. – Disse.
O ser permaneceu imóvel.
- Quem és? – Perguntei.
- Não posso disser. – Respondeu.
- Está bem, eu chamo-me Bill. – Disse.
- Tenho de ir, eles não podem saber que falei com humanos. Vemo-nos amanhã. – Declarou.
- Eles quem? Amanhã!?! Está bem. – Retorqui.
O ser desapareceu, ele existia mesmo, não tinha sido imaginação minha e iria voltar a vê-lo no dia seguinte.
Voltei para casa, jantei, e fui deitar-me, passei a noite em branco, “eles não podem saber que falei com humanos”, mas quem são “eles” e o que queria dizer com aquilo.
- Trrrriiimm. – Soou.
Desliguei o despertador, acordei o Tom que saltou da cama num abrir e fechar de olhos, acho que era um milagre mas na verdade era porque ele tinha combinado ir para a escola com uma rapariga.
Fui para a escola sozinho. Filipa estava à minha espera no portão e fomos os 2 para a sala.
Ela disse-me que tivera de sair a correr porque os pais dela não queriam que ela saísse de casa.
Depois das aulas voltei à floresta como o costume.
Continua………………….
3ºcapitulo
- Mais um dia de aulas. – Bocejou Tom.
Fomos para a escola mas desta vez de carro para não nos atrasar-mos. Mais umas quantas aulas de seca e a misteriosa forma sobrenatural que havia visto na floresta, estava desejoso de voltar a encontrá-la, mas seria isso possível.
- Olá! És nova aqui não és? Ontem não te perguntei. – Perguntei.
- Mais ou menos eu vivo nesta zona à alguns anos mas nunca estive nesta escola. – Respondeu Filipa.
- Olha queres ir dar uma volta ou beber café depois da hora de almoço? Com o meu irmão Tom? – Questionei.
- Sim pode ser. Vocês são os gémeos dos Tokio hotel não são? – Perguntou-me.
- Sim, mas cá na escola somos apenas nós, ok? – Retorqui.
- Ok, combinado. – Respondeu.
Depois das aulas e da hora de almoço, eu e o Tom fomos tomar café com a Filipa.
- Hehehhe. Então és a famosa rapariga que pôs o meu irmão todo maluco. – Disse Tom.
- Tom controla-te. Não lhe ligues Filipa. – Repliquei.
- Não faz mal. Então que querem tomar? – Perguntou.
- Para mim um gelado de 5 bolas, 2 de chocolate, 1 de limão, 1 de moran
go e 1 de baunilha e também quero uma Coca-Cola. – Pediu Tom.
- Tom mas que abuso, nós só viemos tomar um café. Mas bem, para mim um café cheio. – Pedi.
- Então Bill estou em crescimento, tenho de me alimentar. – Respondeu Tom.
- Ok, eu também quero um café cheio. – Pediu Filipa.
Tomámos o café, o Tom o seu gelado e a sua Coca-Cola e ficamos à conversa. Fez-se tarde e quando o sol se estava a pôr, Filipa saiu a correr.
- Desculpem. mas tenho de ir, já é muito tarde. – Gritou já quase a desaparecer no fundo da rua onde estava o café.
Continua………………….
2ºcapitulo
As aulas tinham acabado e eu já estava em casa com o meu irmão.
Depois de fazer os trabalhos que os stores tinham mandado fui para o meu refúgio. O meu refúgio era uma floresta que se encontrava por de trás da minha casa e onde ninguém ia.
Era um lugar calmo e lindo, eu sentei-me à beira de um pequeno rio que passa por lá, a agua do riu é muito fresca e quando se olha para dentro dela vemos peixinhos de várias cores, mas desta vez quando olhei para a água lembrei-me da rapariga da escola, a água era igual aos olhos dela, lindos e brilhantes.
Escrevi letras de músicas e andei atrás de coelhos para lhes dar festinhas quando de repente vi um ser diferente, esse ser era da minha altura mas emitia uma luz azul do corpo, senti uma sensação novamente diferente e especial.
- Quem está aí? – Perguntei.
Quando disse isto o tal ser deu conta de que o tinha visto e fugiu.
Voltei para casa, não comentei nada do que tinha sucedido, pois poderia ter sido apenas imaginação, mas esperava voltar lá no dia seguinte.
Eu, Tom, Gustav e Georg juntámo-nos para jantar, encomendámos piza, pois o jantar tinha ficado queimado porque o Tom se tinha esquecido do tempo.
Vimos filmes, tocámos as nossas músicas, falámos e quando se fez tarde cada um foi para sua casa.
Depois dos rapazes saírem fui deitar-me, mas o Tom ainda ficou a ver televisão. Andei às voltas na cama, não parava de pensar no ser que havia visto na floresta, seria mesmo real ou seria apenas imaginação minha.
Continua………………
1ºcapitulo
(visão de Bill Kaulitz)
-Trrrrriiimmmmm. – Soou pela casa.
“Ho não já é de manha e as aulas começam hoje”. Pensei.
- Tom levanta-te depressa se não chegamos atrasados. – Gritei.
- Ok ok já vou, só mais 2 minutos. – Respondeu Tom.
- Olha, mas 2 minutos não são 2 horas ok?! – Repliquei.
Tomei banho, vesti-me, fiz o meu penteado (crista) e tomei o pequeno-almoço. Já estava pronto para ir para as aulas, mas como sempre Tom estava atrasado.
- Anda lá Tom, corre ou vamos ter falta. – Disse.
- Ai, já vai. Não me chateies que ainda agora acordei. – Reclamou Tom.
- Pois, se não tivesses ficado na cama mais de 2 minutos. – Respondi.
Chegámos à escola, o professor estava mesmo a chamar os nossos nomes quando estamos pela sala a dentro aos trambolhões.
- Bom dia stor, desculpe o atraso mas o Tom adormeceu como o costume. – Disse.
- Muito bem, desta vez passa. Sentem-se onde houver lugar. – Respondeu.
Olhei para a sala para ver onde havia lugares, para poder ficar com o Tom, mas nada feito, só havia 2 lugares e estavam muito longe um do outro. Fui para o lugar mais longe, mesmo no fundo da sala. Sentei-me ao lado de uma rapariga, ela era muito bonita, tinha os olhos azuis como o fundo do mar, os cabelos eram negros como carvão e a sua pele era branca como a neve acabada de cair.
- Olá! Como te chamas? – Perguntei.
- Olá! Chamo-me…….Filipa e tu? – Replicou.
- Bill…Bill Kaulitz. – Respondi.
Não prestei muita atenção à aula, ela era diferente, quando estava ao pé dela sentia uma sensação especial e estranha, como se alguém conseguisse mudar o meu estado de espírito.
A campainha tocou e saí da sala a correr, falei com o Tom sobre a tal rapariga mas ele ainda gozou comigo.
Continua………………